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Ilha Comprida - Quarta-Feira, 04 de Dezembro de 2019 - Hora:10:36

Praias de Ilha Comprida amanhecem repletas de Caravelas-portuguesas, na areia e na água

 

A caravela-portuguesa não é uma água-viva, embora se pareça com uma.
Na verdade, ela é um sifonóforo, ou seja, uma colônia (grupo) de 4 animais que vivem juntos, cada qual com sua função.


A caravela tem este nome porque pode usar o vento para se movimentar (como antigos navios chamados caravelas).
A caravela-portuguesa, é membro do mesmo filo da água-viva, Cnidários, da classe Hydrozoa.
Sua fisgada pode ser muito dolorosa e tóxica, e pode apresentar sintomas como calafrios, febre, náusea, vômito e choque.


Em alguns casos, as fisgadas são fatais.

 

Video: Reprodução internet

 

Video: Reprodução internet

 

Os Physalia são verdadeiras "caravelas", em forma de bexiga alongada, de onde pendem tentáculos que chegam a atingir vários metros de comprimento.

 

Azuladas, em forma de um disquinho, com diâmetro de 4 a 7 cm, e uma minúscula crista vertical semelhante à vela de um barco, as Velella flutuam livremente ao sabor das ondas e são encontradas até nas proximidades das praias.
Nas praias brasileiras são comuns as caravelas com pneumatóforo (bolsa flutuante), que medem entre 2 e 4 cm de comprimento.

 

As Caravelas-portuguesas são belíssimas, com as suas cores translúcidas e brilhantes, no entanto, não é aconselhável chegar-se perto delas. Isto porque debaixo da carapaça mole escondem-se tentáculos compridos, até 20 metros, que têm cnidócitos venenosos. Estes cnidócitos são células urticantes, recheadas de filamentos que libertam as toxinas da Caravela-portuguesa, quando em contacto com a pele, por exemplo.

 

O veneno da Caravela-portuguesa é, de certa forma, parecido ao da aranha Viúva-negra, que provoca dores muito fortes, queimaduras que podem ser até de terceiro grau, e em casos mais extremos, reações alérgicas graves acompanhadas de arritmias, náuseas e necrose do tecido. As queimaduras provocadas pelo contacto com os tentáculos provocam cicatrizes, em certos casos, permanentes.

 

CUIDADOS:

  1. Lavar, com cuidado e sem esfregar, a zona afetada com água do mar e nunca com água doce.
  1. Remover os tentáculos que possam estar agarrados à pele com um instrumento de plástico – preferencialmente pinças, mas, na falta, um cartão bancário, cartão de cidadão ou carta de condução servirão.
  1. Aplicar vinagre, se for possível. Nunca álcool ou amónia.
  1. Aplicar bandas quentes ou água quente para alívio da dor.

      5. Procurar assistência médica o mais rapidamente.

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